por Paulino Jr.
Texto Base: Efésios 6: 10 – 18.
Nesse texto, a Bíblia nos exorta a nos vestir com a armadura de Deus. Muitas vezes em nossa vida tentamos nos cingir com outras coisas para nos proteger, confiamos em supertições e simpatias, e nos esquecemos que esse tipo de armadura não é a ideal para vencer as grandes batalhas. Como visto em um estudo aqui postado a armadura de Saul não ficou boa em Davi (I Sm 17:37-40 ), tal como Davi, não devemos nos acostumar a usar das armas terrenas, pelo contrário, temos que aprender a usar a sabedoria de Deus e as armas celestiais para garantir a vitória. Vamos estudar minuciosamente a armadura de Deus citada em Efésios 6:10-18.
- O cinto da verdade
"e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
Em João 8:32 vemos, Jesus afirmando que a verdade nos libertará. No mundo físico o cinto serve para segurar a nossa veste inferior, ou seja, a parte baixa das nossas vestimentas, evitando que se mostrem as nossas vergonhas, da mesma forma, a verdade nos livra do engano e evita que pequemos e que o nosso testemunho seja envergonhado. Estar pautado na verdade faz com que não sejamos trazidos à baila de Satanás, com as suas mentiras e ações fraudulentas. Podemos através da verdade do Senhor, sermos livres de qualquer armadilha satânica.
- A couraça da Justiça
O engano traz a injustiça, por isso, o texto lido, traz um ao lado no outro, o cinto da verdade e a couraça da justiça, a couraça na guerra serve para cingir as costas como proteção, a proteção metálica dos navios também é chamada de couraça, portanto temos que sair de debaixo da injustiça e do jugo do pecado e tomar o jugo de Jesus “que é leve e suave” (Mt 10:30). A palavra de Deus nos diz que quando saímos do jugo do pecado não estamos mais debaixo da lei, mas sim debaixo da graça, e é essa a graça que nos justifica, não temos justiça em nós mesmos, mas o sangue de Cristo nos justificou e nos trouxe a uma nova condição diante de Deus.
- As sandálias do evangelho da paz
Devemos ter os nossos passos guiados pelo evangelho, com isso damos testemunho da palavra de Deus cumprindo o “ide”, (Mc 16:15), pregando “as boas novas de paz que nos foram dadas através de Cristo”, (At 10:36). Além do sentido literal desse texto, em que entendemos que devemos buscar cumprir o mandamento do Senhor que nos ordena que preguemos o evangelho, temos que entender que o evangelho é o próprio Cristo, portanto, calçar as sandálias do evangelho da paz, significa andar nos passos de Cristo, ser como ele foi e andar como ele andou, no sentido de buscar sempre a santidade ao Senhor.
- O escudo da fé
O escudo serve para proteção contra alguma coisa. Da mesma forma, o escudo da fé, serve para nos proteger contra os dardos inflamados do maligno, a nossa fé é exercida na oração e na convicção das nossas mentes, pois ela é “certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11:1). Entretanto a fé vêm por intermédio de algo muito importante, “do ouvir a palavra de Deus” (Rm 10:17), e “pela palavra de Deus e pela oração, é santificado” (I Tm 4:5). Foi pela fé que os patriarcas de Israel caminharam, fazendo grandes coisas (Hb 11: 2-25) e através dela e da palavra Jesus derrotou satanás na tentação.
- O capacete da salvação
Temos, que ter a salvação, não só impregnada em nossos corações, mas também em nossas mentes, por que ela nos dá a certeza de que iremos pra glória com Cristo, quando nos convertemos “fomos selados com o Espírito Santo para o dia da salvação” (Ef 1:13 e 4: 30), e é nessa certeza em nossa mente que devemos nos firmar. Por sermos, de modo geral, muito emocionais, muitas vezes achamos que a nossa salvação está condicionada a sentir algo, se não "sentimos" a presença do Espírito Santo, já achamos que não estamos dentro do plano de salvação e que ela foi perdida. Quando esse texto fala do capacete da salvação, ele quer dizer exatamente, que além de sentir, nossas mentes tem que estar com a certeza de que a salvação está garantida, uma vez que já fomos selados para alcançá-la.
- A espada do espírito (palavra de Deus)
Como já dito no escudo da fé, a palavra de Deus ela além de nos dar fé, ela nos ajuda a vencer as batalhas porque atua tanto como arma de defesa quanto de ataque, sendo como uma espada. A bíblia diz que “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” (Mt 4:4), “Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus” (Jo 8: 47), ou seja, aquele que é de Deus, ouve a palavra do Senhor, seja ela de exortação, de conforto ou de repreensão. Para esses que a aceitam na sua vida ela é usada para defesa e ataque “na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, quer ofensivas, quer defensivas” (II Co 6:7), e nos aprova perante Deus como diz a própria palavra: “Procura apresentar-te a deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (II Tm 2:15).
Conclusão: Devemos nos lembrar sempre, que “a nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados e dominadores do mal” (Ef 6: 12), e “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gl 5: 17). Não devemos considerar como nossos inimigos o próximo e nem tampouco aos nossos irmãos, “porque devemos amar ao próximo como a nós mesmos”, (Mc 12:33).
Paz e Vida para todos!
Fonte: Bíblia Sagrada (Revista e Atualizada)
Texto Base: Efésios 6: 10 – 18.
Nesse texto, a Bíblia nos exorta a nos vestir com a armadura de Deus. Muitas vezes em nossa vida tentamos nos cingir com outras coisas para nos proteger, confiamos em supertições e simpatias, e nos esquecemos que esse tipo de armadura não é a ideal para vencer as grandes batalhas. Como visto em um estudo aqui postado a armadura de Saul não ficou boa em Davi (I Sm 17:37-40 ), tal como Davi, não devemos nos acostumar a usar das armas terrenas, pelo contrário, temos que aprender a usar a sabedoria de Deus e as armas celestiais para garantir a vitória. Vamos estudar minuciosamente a armadura de Deus citada em Efésios 6:10-18.
- O cinto da verdade
"e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
Em João 8:32 vemos, Jesus afirmando que a verdade nos libertará. No mundo físico o cinto serve para segurar a nossa veste inferior, ou seja, a parte baixa das nossas vestimentas, evitando que se mostrem as nossas vergonhas, da mesma forma, a verdade nos livra do engano e evita que pequemos e que o nosso testemunho seja envergonhado. Estar pautado na verdade faz com que não sejamos trazidos à baila de Satanás, com as suas mentiras e ações fraudulentas. Podemos através da verdade do Senhor, sermos livres de qualquer armadilha satânica.
- A couraça da Justiça
O engano traz a injustiça, por isso, o texto lido, traz um ao lado no outro, o cinto da verdade e a couraça da justiça, a couraça na guerra serve para cingir as costas como proteção, a proteção metálica dos navios também é chamada de couraça, portanto temos que sair de debaixo da injustiça e do jugo do pecado e tomar o jugo de Jesus “que é leve e suave” (Mt 10:30). A palavra de Deus nos diz que quando saímos do jugo do pecado não estamos mais debaixo da lei, mas sim debaixo da graça, e é essa a graça que nos justifica, não temos justiça em nós mesmos, mas o sangue de Cristo nos justificou e nos trouxe a uma nova condição diante de Deus.
- As sandálias do evangelho da paz
Devemos ter os nossos passos guiados pelo evangelho, com isso damos testemunho da palavra de Deus cumprindo o “ide”, (Mc 16:15), pregando “as boas novas de paz que nos foram dadas através de Cristo”, (At 10:36). Além do sentido literal desse texto, em que entendemos que devemos buscar cumprir o mandamento do Senhor que nos ordena que preguemos o evangelho, temos que entender que o evangelho é o próprio Cristo, portanto, calçar as sandálias do evangelho da paz, significa andar nos passos de Cristo, ser como ele foi e andar como ele andou, no sentido de buscar sempre a santidade ao Senhor.
- O escudo da fé
O escudo serve para proteção contra alguma coisa. Da mesma forma, o escudo da fé, serve para nos proteger contra os dardos inflamados do maligno, a nossa fé é exercida na oração e na convicção das nossas mentes, pois ela é “certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11:1). Entretanto a fé vêm por intermédio de algo muito importante, “do ouvir a palavra de Deus” (Rm 10:17), e “pela palavra de Deus e pela oração, é santificado” (I Tm 4:5). Foi pela fé que os patriarcas de Israel caminharam, fazendo grandes coisas (Hb 11: 2-25) e através dela e da palavra Jesus derrotou satanás na tentação.
- O capacete da salvação
Temos, que ter a salvação, não só impregnada em nossos corações, mas também em nossas mentes, por que ela nos dá a certeza de que iremos pra glória com Cristo, quando nos convertemos “fomos selados com o Espírito Santo para o dia da salvação” (Ef 1:13 e 4: 30), e é nessa certeza em nossa mente que devemos nos firmar. Por sermos, de modo geral, muito emocionais, muitas vezes achamos que a nossa salvação está condicionada a sentir algo, se não "sentimos" a presença do Espírito Santo, já achamos que não estamos dentro do plano de salvação e que ela foi perdida. Quando esse texto fala do capacete da salvação, ele quer dizer exatamente, que além de sentir, nossas mentes tem que estar com a certeza de que a salvação está garantida, uma vez que já fomos selados para alcançá-la.
- A espada do espírito (palavra de Deus)
Como já dito no escudo da fé, a palavra de Deus ela além de nos dar fé, ela nos ajuda a vencer as batalhas porque atua tanto como arma de defesa quanto de ataque, sendo como uma espada. A bíblia diz que “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” (Mt 4:4), “Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus” (Jo 8: 47), ou seja, aquele que é de Deus, ouve a palavra do Senhor, seja ela de exortação, de conforto ou de repreensão. Para esses que a aceitam na sua vida ela é usada para defesa e ataque “na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, quer ofensivas, quer defensivas” (II Co 6:7), e nos aprova perante Deus como diz a própria palavra: “Procura apresentar-te a deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (II Tm 2:15).
Conclusão: Devemos nos lembrar sempre, que “a nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados e dominadores do mal” (Ef 6: 12), e “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gl 5: 17). Não devemos considerar como nossos inimigos o próximo e nem tampouco aos nossos irmãos, “porque devemos amar ao próximo como a nós mesmos”, (Mc 12:33).
Paz e Vida para todos!
Fonte: Bíblia Sagrada (Revista e Atualizada)
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